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Fanfic: A ascensão de Yubel 7
Escrito por : DissFANFIC:
Capítulo 7:
De volta dos mortos
O retorno do evenenado

Assim que a porta da taverna bateu, Chewe tateou seu bolso em busca do antídoto, "deveria ter trazido meu baralho" pensou desesperado. Conseguiu achar o antídoto, tomou em
dois grandes goles, e esperou o efeito funcionar.
Chewe Levantou-se alguns minutos depois, com os lábios ardendo, ele teria sua vingança.
*
Com os olhos fechados Paladino pôde ouvir a frase que se propagou pelo salão:
- Eu ativo minha carta armadilha, “Força Espelho Tempestuosa”! Seus monstros voltam pra sua
mão.
Ele conhecia aquela voz.
- Phantom? Disse abrindo os olhos.
- Você está bem? - Perguntou o amigo mascarado.
- Estou. - Concordou o príncipe.
- Droga. – Disse kenchin.
– Sendo assim termino meu turno.
- Meu turno. – Anunciou o mascarado.
– Começo invocando por invocação normal meu
goblindberg, assim eu posso invocar por invocação especial um monstro de nível quatro ou
inferior da minha mão, venha a mim Névoa Sombria, e eu ativo seu efeito, eu posso adicionar uma
magia rápida “Mudança de Mascara” à minha mão. Batalha, “Névoa Sombria” ataque-o diretamente! E você
perde 1000 de vida. Agora eu ativo minha “Mudança de Máscara” da minha mão, sacrificando minha
“Névoa Sombria” eu invoco meu “Herói Mascarado Lei Negra” Agora Lei ataque-o diretamente! E você
perde mais 2400 pontos de vida ficando assim com 6600! Coloco uma carta virada para baixo e
termino meu turno!
- Meu turno, eu coloco um monstro virado para baixo em posição de defesa e termino
minha jogada.
- Minha vez. - Disse paladino.
– Agora eu ativo meu “toy vendor” virado para baixo, e ativo
seu efeito, eu descarto meu “Diabrete das Correntes Afiadas“ o que permite que eu pegue minha carta “Fábrica de Brinquedos Mortais” do meu deck. Ativo minha carta virada para baixo, “pollymerization” e assim eu invoco
meu “Brinquedo Mortal Dentes de Sabre ” usando minha “Ovelha” como material, junto com o monstro que eu
acabei de sacar. E eu ativo o efeito do monstro que eu acabei de invocar. Eu volto minha Ovelha para o campo. E todos os meus “Brinquedos Mortais” ganham 400 pontos de ataque. E mais, eu ativo
minha carta virada para baixo! “Fusão Reversa” assim eu adiciono minha “pollymerization” do
cemitério à minha mão. E revelo meu “Brinquedo Mortal Lobo” assim eu adiciono meu Diabrete das Laminas Afiadas a
minha mão. Eu ativo minha “pollymerization” e eu faço outro “sabre” usando um monstro da
minha mão e novamente minha sheep como materiais. Ativo minha última carta virada para
baixo, “frightfur fusion” assim eu invoco o meu “Frightfur Wolf” em modo de ataque. Batalha!
Ataque o monstro virado para baixo, meu “Brinquedo Mortal Dentes de Sabre”!
-Você ativou meu besouro comedor de homem, ele é bem útil em situações como essa.
Ele destrói um monstro seu e eu escolho seu outro “sabre”.
- Ok sendo assim “sheep” ataque-o diretamente, 2200 de vida, certo?
- Sim, certo
- Agora o ataque diretamente meu Wolf!
- Grande coisa, eu ainda tenho 800 pontos de vida.
- Eu acho que não, seus pontos de vida estão zerados!
Kenchin conferiu, era verdade, mas como?
- Você se esqueceu a sua carta mágica “Contrato Negro com o Rei do Pantano” ela te faz
levar 1000 pontos de vida a cada fase de preparo.
Era verdade. Ele havia perdido por causa de um erro tão bobo.
- Mas é claro não faria a menor diferença.
- Como assim?
- Meu “Wolf” pode atacar mais de uma vez. Agora entregue seu deck.
- Mas é claro...
Kenchin tirou o deck do disco de duelo e o entregou.
- Mas espera esse deck é Ojama, você usou a magia de troca?
Quando olhou de novo para kenchin ele estava correndo em sua direção com um colete
de bombas rúnicas, e novamente Paladino foi salvo por Phantom, que usou seu Law para joga-lo
longe e assim fora do raio de explosão, a montanha começou a ruir.
- Temos que correr, é nessa esquerda.
- Cuidado. – Disse o príncipe. E o empurrou para longe de uma estalactite.
- Agora você eu te devo só uma.
No momento que eles saíram a Montanha ruiu atrás deles.
Então ele e seus amigos teriam que descobrir o que fazer depois, e eles mal sabiam que a
DE estava mais forte do que nunca.
Notas Finais
O que será que aconteceu para a DE ficar mais forte? Descubra no próximo capítulo!
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Fanfic: A ascensão de Yubel 6
Escrito por : DissFANFIC:
Capítulo 6:
Demônios de Diferente Dimensão vs Brinquedos Demoníacos
O Monte Arauto

Eles estavam sentados na encosta rochosa, o monte do arauto se estendia a sua frente
até onde a vista alcançava. Eles tentavam inutilmente criar um plano de ataque, mas o monte
era íngreme demais, e não se via a base de onde eles estavam, até que Lucas observou, que,
um dos DE havia entrado por dentro da rocha. Foi então que ele viu que havia uma porta secreta.
- Há uma porta secreta. – Avisou.
- Como pode ter certeza? – perguntou Chimenez.
- Porque eu acabei de ver uma pessoa entrando lá.
- Ótimo. – Disse Paladino. – Sendo assim eu tenho um plano.
*
- Vamos é só uma montanha.
- Eu estou com medo...
- Vai logo bebezinho.
- Está bem. - abraçado com seu bicho de pelúcia, andou até a montanha.
- Lembre-se, você tem que toca-la.
Ao chegar perto uma figura saiu de dentro da montanha.
- Vão embora. - Disse a figura.
O invasor gritou, na fuga havia deixado cair seu brinquedo.
- Esse vai ser um ótimo presente para o meu filho... – e dizendo isso o guarda pegou a
pelúcia e adentrou novamente a montanha, enquanto corria Paladino sorriu, o plano havia sido
um sucesso.
Cinco minutos depois Paladino ativou a carta mágica pollymerization, fora uma jogada de
mestre esconder o “Diabrete das Correntes Afiadas” dentro do monstro “Fofanimal”, e é claro debatido muitas vezes
entre os dois estrategistas, o próprio Paladino e mil truques, até que ele e Chimenez
concordaram em fazer isso.
Ouviram um grito quando seu monstro foi invocado.
Nesse momento, eles adentraram na caverna, eles tinham a distração perfeita.
- Temos que achar o cristal azul!
- O que é isso? – Perguntou Lucas.
- É um Cristal Chave foi escondido em algum lugar dessa caverna.
- Como eu vou saber se achar?
- Você vai! – Garantiu.
Nesse momento quatro inimigos chegaram pelo corredor lateral
- Deixem comigo. - disse Mil Truques. – Eu revelo meu “Dragão Branco de Olhos Azuis” da
minha mão, o que permite que eu invoque meu “Dragão Alternativo de Olhos Azuis” da minha mão,
“Dragão Alternativo de Olhos Azuis“ ataque mirando no teto!
O ataque de seu dragão foi bem poderoso, mas não o suficiente para tudo desabar,
apenas o suficiente para impedir a passagem dos inimigos.
- Vamos isso não vai segura-los por muito tempo. - Ao ouvir isso, os pontos de vida de
Paladino baixaram o que queria dizer que seu monstro havia sido destruído, mas não importava,
pois a “Fofanimal Ovelha” retornava.
- Quem são vocês? – perguntou um DE.
- "Dragão Alternativo de Olhos Azuis“ ataque o teto! – Bradou Chimenez.
- Ativo a carta armadilha, “Força Espelho Tempestuosa”. – Disse o DE. - Seu monstro volta para
a mão!
- Sendo assim coloco uma carta virada para baixo e termino meu turno. Continuem sem
mim!
- Tem certeza?
- TENHO, agora vão!
- Certo, nos encontramos depois.
E dizendo isso continuaram.
- Meu turno, começo ativando o tufão místico do espaço, destro sua carta virada para
baixo invocando minha “Garota do Campo de Kozmo” Batalha, ataque-o diretamente meu monstro. Você
perde 1500 pontos de vida, e eu ativo o efeito da minha “Garota do Campo”, posso adicionar qualquer carta
Kozmo do meu deck à minha mão pagando míseros 500 de vida! Eu escolho meu “Eclipse Sombrio“ Ativo segundo efeito da minha Garota do Campo, eu posso remover ela do jogo, e assim invocar
o meu “Eclipse Sombrio” da minha mão por invocação especial! “Eclipse Sombrio” Ataque-o
diretamente! Assim você fica com 3500 de vida ativo da minha mão a magia rápida “Teleporte de Emergência” posso invocar do meu baralho minha “Bruxa Má de Kozmoll” “Espantalho” ataque-o
diretamente! Assim você fica com menos de 3000 pontos de vida, e eu ainda invoco meu
“Destruidor Negro de Kozmo” da minha mão. Ataque-o diretamente e encerre o duelo!
**
Chimenez fora derrotado, e, Paladino sabia disso, ele conhecia O Diabólico, e seu deck
Kozmo bem até demais.
Mas ele tinha que confiar nele e seguir em frente.
***
Eles finalmente chegaram à sala da chave, mas lá havia uma pessoa sentada no outro
lado da sala, o líder dos DE Kenchi o Rei do inferno.
- Peguem o cristal e corram! – Berrou Paladino, eu seguro ele. Eu ativo meu “Toy Vendor”
da minha mão, o que permite que eu descarte uma carta e compre uma, se for um “Fofanimal”,
posso invocar um monstro da minha mão, eu descarto meu “Fofanimal Asas”, e eu saco, eu saquei
meu "Diabrete das Correntes Afiadas” já que não é um monstro Fofanimal ele é mandado ao cemitério. Eu posso
adicionar uma carta “Brinquedo Mortal” do meu main deck para minha mão e eu escolho meu “Brinquedo Mortal Fusão” eu ativo meu “Fofanimal Urso”, e assim eu posso descarta-lo e colocar um “Toy Vendor”
virado para baixo. Eu ativo minha “Fofanimal Asas” no meu cemitério. Eu destruo meu “Toy Vendor”
virado para cima e compro duas cartas. Ativo o efeito do meu “Toy Vendor”, quando ele é
mandado para o cemitério eu posso adicionar um Fofanimal a minha mão. Invoco meu “Fofanimal Coruja” ao
campo. Quando ele é invocado com sucesso, eu posso adicionar uma “Pollymerization” do meu
deck à minha mão. Eu ainda invoco minha Fofanimal Ovelha, quando eu tenho um monstro Fofanimal, eu
posso invoca-la por invocação especial da minha mão! Eu ativo seu segundo efeito, voltando
minha “Coruja” para a mão eu posso invocar, meu “Diabrete de Correntes Afiadas” para o campo. Ativo a carta
mágica “pollymerizaton”, eu uso meus monstros para uma fusão, venha a mim “Brinquedo Mortal Ovelha”
em modo de defesa. Coloco três cartas viradas para baixo, e encerro meu turno.
- Meu turno, começo ativado meu “D/D Gosma Espiral” da minha mão. Eu faço uma fusão
usando ele e meu “D/D Gosma Necrótica” venha a mim “D/D/D Rei Oráculo d’Arc” então eu ativo meu
“Contrato Negro com o Rei do Pantano” e uso seu efeito, e faço uma fusão! Uso meu “D/D Uivo Noturno” para isso, venha a mim “Rei Dragão Cruel Beowulf” e “United we stand” meu mostro
ganha 800 de ataque por cada monstro que eu controlo.
"Droga" pensou Paladino, "não tenho nenhuma defesa as cartas são só um blefe".
- Ativo o efeito do meu “Gosma Necrótica” no meu cemitério, eu invoco outro “Beowulf” por
fusão!
- “Beowulf” ataque a Oveha, e cause 1000 de dano! Agora meu segundo “Beowulf” ataque
e cause 2800 de dano!
Paladino olhou seus pontos de vida, Estavam em 1400, mas como... não podia ser... a
“Ovelha Mortal” que ele havia invocado como distração devia estar levando ataques até agora...
Paladino fechou os olhos e esperou pelo fim.
Notas Finais
Será o fim para mim...? Esperem e verão!
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Fanfic: A ascensão de Yubel 5
Escrito por : DissFANFIC:
Capítulo 5:
O Clã DE ataca
Os caras Maus

Eles já estavam caminhando há dez dias, quando finalmente chegaram a uma pequena
vila. Vila era um termo grosseiro para descrever, era imensa, com cabanas que se estendiam
até o fim da vista.
- Vamos parar aqui uma noite para reabastecer o estoque de suprimentos. – Avisou suco.
- Espera. – disse Paladino.
– Essa não é a vila de umbral?
- É, por quê? – disse suco arqueando uma sobrancelha.
Foi Chimenez que respondeu, parecia encantado.
- A vila com as mulheres mais lindas e mais charmosas do reino.
Phantom sorriu, ou, bem é o que parecia, já que ele estava de máscara.
- Nenhuma mulher resiste a um homem de máscara. – disse.
- Tem razão. – Disse Paladino. – nenhuma resiste e lhe dar um tapa.
Todos riram, até o próprio Phantom. Lucas sorriu, aquele era sua nova família, um bando
de bêbados e encrenqueiros.
*
A noite, na taverna, havia uma música cantando, Lucas, por ser maior de idade, Como os
outros pediu cerveja, paladino pediu uma bebida que Lucas nunca havia ouvido, quando a
comida chegou, o príncipe prodígio viu um homem saindo da cozinha, a primeira olhada ele não
parecia nada, só mais um garçom, mas Paladino já havia vindo naquela vila muitas vez, e
conhecia a maioria dos garçons, logo depois percebeu que o homem olhava constantemente
para os lados, quando sua comida chegou, tudo faz sentido.
- Não bebam nem comam nada! – gritou o príncipe.
Lucas estava com a comida a meio
caminho da boca, teve o garfo arrancado da mão. Os outros ouviram o conselho, confiando no
aliado.
Ainda com o garfo de Lucas na mão, ele andou a passos largos até o sujeito, quando ele
percebeu, Paladino já havia dado um soco na base de seu estômago, ele caiu no chão dobrado
de dor, então o monarca colocou-o deitado, chamou seus amigos para segurar os braços e
pernas, Lucas ficou na porta para garantir que ele não escaparia. Paladino balançou o garfo com
a comida envenenada a centímetros da cara do sujeito e disse.
- Qual o seu nome?
- Nunca vou te dizer escória DB!
- Então vamos falar hipoteticamente, se essa linguiça envenenada por acaso, entrar na
sua boca... O que acontece?
Não precisou de resposta, o homem começou a se debater loucamente.
- Vou perguntar de novo... Qual o seu nome?
- Chew, eles me chamam de Chew! – disse o homem desesperado.
- Então Chew... Onde fica sua base?
O homem começou a falar, mas mudou de ideia quando olhou para a salsicha,
simplesmente disse:
- Monte do Arauto. Agora me deixe ir!
- Hm... Eu acho que não... – e dizendo isso enfiou a salsicha na boca do sujeito. – Vamos
embora. - Disse, e deixaram uma taverna desesperada com uma pessoa se debatendo com
espuma saindo da boca.
**
- Aquilo era necessário? – Perguntou Lucas enquanto conferiam toda a comida que
haviam comprado. Duas carnes haviam sido descartadas por estarem envenenadas.
- Eu não faço nada desnecessário. – Respondeu.
- Você acha que ele poderia contar aos outros?
- Pouco provável, ele os entregou, se fosse até lá seria morto.
- Então por que...
Paladino levantou a mão pedindo um segundo, cheirou profundamente uma tira de carne
fria, se levantou e colocou-a na pequena pilha de comidas envenenadas, voltando ele respondeu:
- Era provável que ele nos seguisse até que completasse sua missão e pudesse voltar
para a sua base seguro.
Nesse momento Suco se levantou e disse:
- E então, alguém sabe onde fica o monte do arauto?
Notas Finais
Gente, desculpa pelo capítulo pequeno, mas é porque eu tava com muita preguiça só uma Transição, então vai, da um desconto
para mim.
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Fanfic: A ascensão de Yubel 4
Escrito por : DissFANFIC:
Capítulo 4:
A batalha demoníaca
Uma história de guerras e demônios

Ao começar o treino, todos os outros duelistas já estavam assistindo, Mil truques ofereceu
uma bebia a Phantom, que negou e fez um gesto indicando a máscara.
- E então? Vamos começar? – Perguntou Jayden.
Lucas assentiu, ele não havia lido nenhum efeito, mas é como se ele tivesse nascido
sabendo.
- DUEL START! – Disseram os dois em uníssono.
- Eu começo – Disse Jayden.
- Começo invocando meu Asa-Negra Nevasca do Extremo Norte da minha mão. Enquanto eu controlo um Asa-Negra eu posso invocar meu bora a lança da
minha mão. Assim eu invoco meu Asa-Negra Nothung a Luz Estelar como sincronia! Quando ele
é invocado com sucesso você leva 800 de dano. Eu invoco meu Oroshi a Borrasca da minha
mão por invocação normal.
- Mas você já fez a invocação normal nesse turno!
- É verdade mas graças ao efeito do meu Nothung eu posso fazer outra. Venha a mim
Asa-Negra Joe Obsidiana. Uma vez por turno, eu posso invocar um Asa-Negra do meu cemitério
com nível igual ou maior que cinco. Volte a mim, Nothung! Coloco duas cartas viradas para
baixo, e termino meu turno!
- Sendo assim meu turno, Draw! Eu ativo o meu Término do Abismo Flamejante da minha
mão! Mandando três monstros da minha mão para o cemitério. E assim invoco por fusão, meu
Peregrino do Abismo Negro.
Paladino, que estava na plateia, percebeu a jogada e fez uma jogada de mestre.
Ele se levantou e disse como quem não quer nada:
- Quem quer apostar?
Todos os outros cinco membros do grupo concordaram.
-Vamos fazer o seguinte um deles tem um monstro, o outro tem dois, e dizendo isso
apontou para os dois.
Nesse momento ele capturou a atenção de todos.
-Cada um coloque suas
apostas, eu vou botar por último.
Todos estranharam e concordaram. Eles votaram no único
baralho que conheciam e sabiam que estava com uma vantagem considerável. O Asa-Negra.
Estava tudo correndo como planejado. Quando chegou sua vez havia cinco moedas de ouro,
uma pequena fortuna, então foi ai que o jovem príncipe fez sua melhor jogada, pegou sua única
moeda de ouro, e disse:
- Espera, se eu colocar no asa-negra, eu obviamente vou ganhar, mas
não vou ganhar nada... A mais que droga eu vou ter que apostar no Lucas.
E colocou sua única
moeda, no espaço destinado para seu colega usuário do abismo flamejante.
Recostou-se na pedra que lhe servia de lugar e sorriu, ele acabara de conseguir cinco
moedas de ouro e já sabia.
- Continuem. - pediu.
- Certo. – Recomeçou Lucas. – Eu ativo o efeito dos meus três monstros mandados para
o cemitério, eu posso invocar um monstro do meu cemitério, do meu deck e remover um
monstro seu.
- O que?
- Sim, e nós dois sabemos que só pode ser um dele.
- Sim, meu Nothung é removido do jogo.
Nesse momento Suco chegou perto de Paladino e disse:
- Pode ficar com a moeda. Eu também conheço o abismo flamejante.
- Obrigado, vou aceitar. – disse Paladino sorrindo para si mesmo.
O jovem monarca voltou a prestar atenção no duelo.
- Eu invoco meu Farfa do meu cemitério, e meu Rubic do meu deck. E uso-os para uma
invocação de sincronia. Eu invoco Meu Dante Estrela do Rock do Abismo Flamejante. Isso
permite que eu descarte uma carta do Abismo Flamejante da minha mão para o cemitério, e
assim, eu volto seu monstro para a o baralho extra!
"Droga" pensou Jayden, "minhas duas armadilhas ficaram inúteis"!
- Ativo meu Barbar do Abismo Flamejante no meu cemitério, banindo três dos meus
monstros no cemitério, eu causo 900 de dano a você, deixando você com 3100 de vida!
Era verdade, um duelo normal se começava com 8000 de vida, em dupla com 16000, mas
um treino com 4000.
- Agora, Batalha, meus dois monstros, ataquem diretamente.
Com a força do impacto do ataque, Jayden voou para trás e caiu de costas na terra.
Lucas foi até lá e o ajudou a se levantar.
- Você me pegou de jeito. – Disse Jayden ao amigo.
- Lucas. – Era paladino.
– Pode vir aqui um segundo?
- Claro. – Respondeu.
- O seu deck, tem ele a quanto tempo? – Perguntou.
Lucas contou a história para seu amigo, ao terminar perguntou:
- Mas porque a pergunta?
- Existe uma lenda sobre esse deck, há muito tempo haviam cinco clãs de demônios, as
pelúcias, que usavam sua forma adorável para atrair as presas e mata-las. Os Infernoids, que
eram os antigos lordes do inferno, infernitys que lutavam até não haver nenhum homem de pé,
os demônios de uma dimensão diferente, que incluíam diversos pensadores que contestaram
deus. E por fim os monstros do abismo flamejante que tinham poderes absurdos, mesmo
mortos. Esses clãs começaram uma guerra que durou centenas de anos. Até que, o diabo
resolveu sela-los em cartas e prende-los no único lugar que os deixaria selados, um templo.
- Então, meus monstros...
- Espere, eu ainda não acabei as pelúcias eram aliadas do abismo flamejante na guerra.
- Não me diga que...
- Sim eu uso o deck de pelúcia, e não só isso. Mas os Infernoids também eram aliados
deles.
- Não me diga que...
- Sim, o suco usa o baralho de Infernoid.
- O que isso quer dizer?
- Quer dizer que você vai precisar cuidar da sua retaguarda, porque a guerra recomeçou.
Notas Finais:
O que será de nosso herói no próximo capítulo, será que aparecerá alguma mulher... esperem e verão...
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Fanfic: A Ascensão de Yubel 3
Escrito por : DissFANFIC:
Capítulo 3:
Queimando no abismo
O baralho demoníaco

Quando as portas se fecharam, a figura atrás do trono se revelou. Olhar para ela fez um
calafrio descer pela espinha do rei, O guerreiro de Yubel andou lentamente até o monarca.
- Eu fiz tudo o que me pediu! Por favor, piedade... – Implorou o rei.
- A gema, a onde ela está? – Ao ouvir isso todo o falso medo abando a expressão do rei.
Ele não sabe onde está...
- Está num lugar que você nunca irá achar! Escória Yubel!
Ao ouvir isso Yubel tirou a carta do seu baralho, e com um movimento rápido começou o
duelo.
*
Yubel chutou o corpo inerte do monarca obeso de seu caminho.
- Vocês. – disse a dois guardas de passagem. – Joguem ele em uma cela.
- Sim senhor! – Responderam os guardas, o guerreiro sorriu ao ver que o golpe havia sido
um sucesso.
**
Dois dias depois de começarem a busca não haviam encontrado nada, o filho do rei olhou
para o alto.
- Vai chover forte. – Disse.
- Sim - Concordou Lucas.
– Desculpa, mas qual é mesmo seu nome?
- Já que estamos todos usando codinomes, me chame de Paladino.
- Paladino? – estranhou Lucas.
- O nome completo seria Paladino das montanhas Escarlates, por isso só me chame de
Paladino. – E dizendo isso sorriu.
- Certo. - Disse Lucas. – Me chame de Lucas.
- Você não tem um codinome? – Estranhou Paladino.
- Não, por que, eu deveria ter um?
- Sim deveria... Eu não entendo porque você foi escolhido... O que você fez para merecer?
- Eu derrotei o rei. – Disse Lucas.
- E...? – Perguntou o jovem duelista.
- Você já o derrotou? - Admirou-se Lucas.
Houve um intenso silencio antes que, por fim, ele respondesse.
- Quarenta e três a zero. – disse por fim.
- Que números são esses? – Estranhou Lucas.
- O placar entre mim e o meu pai.
Lucas assobiou.
- Você é tão bom assim? – Perguntou.
- Sim, mas estou longe de ser o melhor, sabe o suco?
- Sim...
- Está cinco a três para ele. Mas eu nunca lutei contra nenhum dos outros para saber.
Lucas ficou imaginando o que ele fizera para estar ali quando foi interrompido pelo
príncipe.
- Olhe uma caverna. – Disse trocando de assunto.
– Podemos passar a noite lá.
- Certo - Concordou suco. – Vamos passar a noite lá.
***
Todos já estavam dormindo, Lucas estava acordado, pensando, quando ele ouviu uma
voz.
- Venha. – dizia. – Escolhido.
Lucas se levantou e começou a andar, quanto mais andava mais era a urgência de
chegar, ele foi acelerando o passo até que estava correndo.
Suas pernas o levaram até um salão oval, onde, no centro Lucas percebeu duas coisas,
primeiro, um homem maltrapilho ajoelhado, e, no seu lado um baralho.
- Escolhido? - disse – por favor me salve!
- Qual... Qual o seu nome?
- Meu nome... Eu nunca tive um nome, exceto, talvez... Neko, meu nome é Neko. estou
preso nesse templo, e você é o escolhido.
- Como assim escolhido? – Perguntou.
- Escolhido para derrotar o guerreiro Yubel, e assim, me libertar.
- Você está aqui há quanto tempo?
- Difícil saber, a muitas gerações, isso é certo. – Disse momentaneamente fora da
miséria. –Aqui, o baralho do escolhido, pegue-o.
- Desculpa, mas não posso aceitar...
- Você deve! Para poder me tirar desse sofrimento eterno você DEVE!
- Mas como você vai se defender
? – Perguntou Lucas.
- Eu tenho meu próprio baralho. Por favor, aceite!
- Eu aceito. - E dizendo isso viu que ela não estava mais lá. Uma fração de segundos
depois, seu deck começou a brilhar, ele tentou tirar uma carta, mas no momento que o tocou, a
sala desapareceu.
****
Acordou no chão duro da caverna, com Paladino no cobertor do lado conferindo o deck.
- O que você...
- Estou conferindo se ninguém roubou nenhuma carta à noite, você deveria fazer isso
também.
Lucas assentiu, pegou seu baralho, e tirou uma carta, essa carta não estava lá antes, liase
o nome Melebranche do abismo flamejante.
Sacou outra, novamente o nome abismo flamejante. E de novo e de novo, o seu baralho
inteiro estava diferente.
- Você pode me ajudar a treinar? - Perguntou a Jayden no cobertor da frente.
- Claro. - Respondeu.
Quando os dois estavam longe o suficiente, Lucas contou a Jayden o seu sonho.
- Foi só um sonho, você não devia se preocupar.
- Se é assim então, por favor, me explique isso.
– E mostrou seu novo baralho para ele.
- Cara, nós temos que testar esse baralho.
Notas Finais
Como será que ele vai reagir a esse baralho? Será que ele vai aguentar a pressão do deck ou vai fugir feito uma menininha? Descubram amanhã!
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Fanfic: A Ascensão de Yubel 2
Escrito por : DissFANFIC:
Capítulo 2:
Lucas & Jayden contra o Rei
A batalha tem sangue azul


As regras são simples, seus pontos de vida são compartilhados ou seja se algum de
vocês perder, eu venço.
-Eu Começo – disse o rei, e dizendo isso comprou as cinco cartas essenciais, eu
começo ativando da minha mão, a carta mágica Tenacidade dos Monarcas, com ela eu posso
revelar um monstro com 2800 de ataque e mil de defesa e adicionar uma carta mágica ou
armadilha a minha mão. Eu revelo meu Aither o Monarca do Céu, e adiciono a armadilha
Escalação dos Monarcas, à minha mão. Coloco duas cartas viradas para baixo, e assim,
termino meu turno.
- Meu turno! – Disse Lucas. – Primeiro, invoco meu Cavaleiro Fantasma da Luva Áspera ao campo, quando há um cavaleiro fantasma no campo posso invocar por invocação especial o meu Cavaleiro Fantasma das Botas Silenciosas, e uso-os para um Overlay! Venha a mim meu monstro, rank três, O Cavaleiro Fantasma da Espada Quebrada. Com isso ativo seu efeito, eu posso destruir duas cartas em campo, uma minha e uma sua.
- Meu turno! – Disse Lucas. – Primeiro, invoco meu Cavaleiro Fantasma da Luva Áspera ao campo, quando há um cavaleiro fantasma no campo posso invocar por invocação especial o meu Cavaleiro Fantasma das Botas Silenciosas, e uso-os para um Overlay! Venha a mim meu monstro, rank três, O Cavaleiro Fantasma da Espada Quebrada. Com isso ativo seu efeito, eu posso destruir duas cartas em campo, uma minha e uma sua.
- Vai destruir seu único monstro? – Perguntou o rei erguendo uma sobrancelha.
- Sim, ele e sua carta do meio.
- Mas não antes de eu ativa-la! Eu revelo A Fortaleza da Tempestade dos Monarcas.
- Mas o que ela faz?
- Por enquanto nada, mas você vai perceber que ela tem um efeito um tanto quanto peculiar...
- Certo, concordou Lucas, mas ela ainda é destruída, e eu ativo o segundo efeito do um Cavaleiro Fantasma da Espada Quebrada, quando ele é destruído, eu posso invocar dois cavaleiros fantasmas do meu cemitério por invocação especial.
- Grande coisa... Vai destruir minha outra carta?
- Espere, eu não acabei... Eu aumento o nível deles em um, venham a mim, Cavaleiro Fantasma das Luvas Ásperas e meu Cavaleiro Fantasma das Botas Silenciosas em modo de defesa. E uso-os para um overlay! Invocação XYZ Cairngorgon Cavaleiro Antiluminescent.
-Não tão rápido! Eu ativo minha carta virada para baixo! Talvez você deva reconhecê-la pela carta que eu peguei no meu turno. A carta armadilha Escalação dos monarcas. Ela permite que eu invoque um monstro por tributo NO SEU TURNO!
- Mas você não tem nenhum monstro!
- Se lembra da carta que eu ativei mais cedo? Ela permite que eu use um dos seus monstros como tributo... E eu invoco meu Delg O Monarca Negro. Quando ele é invocado eu posso remover do jogo duas cartas do seu cemitério, e quando eu faço isso você manda duas cartas do topo do seu deck para o cemitério.
- Certo, coloco três cartas viradas para baixo e encerro meu turno. –disse Lucas após mandar as cartas do seu deck para o cemitério.
- Bem... Sendo assim... Meu turno! - Disse o rei. – começo ativando Pandeity of Monarchs da minha mão, eu mando uma magia ou armadilha “Monarca” da minha mão para o cemitério, e eu posso comprar duas cartas. Azar o seu, porque a carta que eu descartei foi a carta armadilha o Monarca original. Eu posso banir outra carta Monarca do meu cemitério e invocar essa carta em modo de defesa, e eu vou banir minha fortaleza da tempestade dos monarcas. Venha a mim meu monstro. Depois disso eu ativo a carta campo O Domínio do Monarca Lendário. Essa carta faz com que uma vez por turno, eu revele um monstro monarca com 2800 de ataque e 1000 de defesa, eu posso invocar esse monstro com menos um tributo. Assim sendo eu revelo meu Monarca do Céu na minha mão, e invoco-o sacrificando meu monstro, quando ele é invocado com sucesso, eu posso invocar por invocação especial um monarca do meu deck. Eu escolho outro Aither do meu deck! Batalha! Meu primeiro Aither ataque diretamente!
- Não tão rápido, eu ativo a carta armadilha no meu cemitério! Phantom Knights Veil!
- Mas você não mandou nenhuma armadilha para o cemitério!
- A mais você mandou! – Disse Lucas triunfante.
- Está certo! Aither mude o alvo do ataque para o monstro dele! – Ao ver que nada tinha sido ativado sorriu, pelo visto aquele duelo ia durar mais um pouco.
- Agora meu segundo Aither ataque-o diretamente.
- Não aprendeu na primeira vez? Ativo a carta armadilha! O espírito, Zoma. E o invoco, em modo de defesa.
- Aither destrua-o. – disse, mas ao ver que Lucas estava sorrindo, voltou atrás.– Espere! Pare! - Mas era tarde demais. O ataque já havia sido lançado. Ele sabia que havia uma armadilha, mas ao ver o monstro do adversário ser destruído, sorriu, pelo viso era só um blefe.
- Parece que você percebeu que tinha uma coisa errada, mesmo sem saber o efeito do meu monstro.
- Que efeito?
- Quando ele é destruído por batalha e emitido ao cemitério, você leva dano igual ao ataque desse monstro! Você leva 2800 de dano.
- Sendo assim eu termino meu turno, no final do meu turno, meu segundo Aither volta para minha mão.
- Meu turno! - Disse Jayden. – Começo ativando meu furacão negro. Agora eu invoco meu Asa-Negra Zephyros a Elite por invocação normal. Ativo o efeito do Furacão Negro, quando um monstro Asa-Negra é invocado por invocação normal, posso adicionar um Asa-Negra, com menos ataque do meu deck a minha mão. E eu escolho meu Gale o Furacão. Quando eu tenho um asa-negra em campo, eu posso invocar meu Gale da minha mão! Ativar efeito do Gale, o ataque e a defesa do seu monstro se tornam metade
- Sim, ele e sua carta do meio.
- Mas não antes de eu ativa-la! Eu revelo A Fortaleza da Tempestade dos Monarcas.
- Mas o que ela faz?
- Por enquanto nada, mas você vai perceber que ela tem um efeito um tanto quanto peculiar...
- Certo, concordou Lucas, mas ela ainda é destruída, e eu ativo o segundo efeito do um Cavaleiro Fantasma da Espada Quebrada, quando ele é destruído, eu posso invocar dois cavaleiros fantasmas do meu cemitério por invocação especial.
- Grande coisa... Vai destruir minha outra carta?
- Espere, eu não acabei... Eu aumento o nível deles em um, venham a mim, Cavaleiro Fantasma das Luvas Ásperas e meu Cavaleiro Fantasma das Botas Silenciosas em modo de defesa. E uso-os para um overlay! Invocação XYZ Cairngorgon Cavaleiro Antiluminescent.
-Não tão rápido! Eu ativo minha carta virada para baixo! Talvez você deva reconhecê-la pela carta que eu peguei no meu turno. A carta armadilha Escalação dos monarcas. Ela permite que eu invoque um monstro por tributo NO SEU TURNO!
- Mas você não tem nenhum monstro!
- Se lembra da carta que eu ativei mais cedo? Ela permite que eu use um dos seus monstros como tributo... E eu invoco meu Delg O Monarca Negro. Quando ele é invocado eu posso remover do jogo duas cartas do seu cemitério, e quando eu faço isso você manda duas cartas do topo do seu deck para o cemitério.
- Certo, coloco três cartas viradas para baixo e encerro meu turno. –disse Lucas após mandar as cartas do seu deck para o cemitério.
- Bem... Sendo assim... Meu turno! - Disse o rei. – começo ativando Pandeity of Monarchs da minha mão, eu mando uma magia ou armadilha “Monarca” da minha mão para o cemitério, e eu posso comprar duas cartas. Azar o seu, porque a carta que eu descartei foi a carta armadilha o Monarca original. Eu posso banir outra carta Monarca do meu cemitério e invocar essa carta em modo de defesa, e eu vou banir minha fortaleza da tempestade dos monarcas. Venha a mim meu monstro. Depois disso eu ativo a carta campo O Domínio do Monarca Lendário. Essa carta faz com que uma vez por turno, eu revele um monstro monarca com 2800 de ataque e 1000 de defesa, eu posso invocar esse monstro com menos um tributo. Assim sendo eu revelo meu Monarca do Céu na minha mão, e invoco-o sacrificando meu monstro, quando ele é invocado com sucesso, eu posso invocar por invocação especial um monarca do meu deck. Eu escolho outro Aither do meu deck! Batalha! Meu primeiro Aither ataque diretamente!
- Não tão rápido, eu ativo a carta armadilha no meu cemitério! Phantom Knights Veil!
- Mas você não mandou nenhuma armadilha para o cemitério!
- A mais você mandou! – Disse Lucas triunfante.
- Está certo! Aither mude o alvo do ataque para o monstro dele! – Ao ver que nada tinha sido ativado sorriu, pelo visto aquele duelo ia durar mais um pouco.
- Agora meu segundo Aither ataque-o diretamente.
- Não aprendeu na primeira vez? Ativo a carta armadilha! O espírito, Zoma. E o invoco, em modo de defesa.
- Aither destrua-o. – disse, mas ao ver que Lucas estava sorrindo, voltou atrás.– Espere! Pare! - Mas era tarde demais. O ataque já havia sido lançado. Ele sabia que havia uma armadilha, mas ao ver o monstro do adversário ser destruído, sorriu, pelo viso era só um blefe.
- Parece que você percebeu que tinha uma coisa errada, mesmo sem saber o efeito do meu monstro.
- Que efeito?
- Quando ele é destruído por batalha e emitido ao cemitério, você leva dano igual ao ataque desse monstro! Você leva 2800 de dano.
- Sendo assim eu termino meu turno, no final do meu turno, meu segundo Aither volta para minha mão.
- Meu turno! - Disse Jayden. – Começo ativando meu furacão negro. Agora eu invoco meu Asa-Negra Zephyros a Elite por invocação normal. Ativo o efeito do Furacão Negro, quando um monstro Asa-Negra é invocado por invocação normal, posso adicionar um Asa-Negra, com menos ataque do meu deck a minha mão. E eu escolho meu Gale o Furacão. Quando eu tenho um asa-negra em campo, eu posso invocar meu Gale da minha mão! Ativar efeito do Gale, o ataque e a defesa do seu monstro se tornam metade
- O que? Metade?
- Isso mesmo, isso o deixa apenas com 1400 de ataque! E ainda uso meus monstros para uma invocação de sincronia! Venha a mim! Asa-negra Raikiri O Banho de Chuva! E eu ainda posso invocar meu segundo Gale da minha mão, e ativar o efeito do Zephyros, ele volta para o campo retornando meu Gale e pegando 400 pontos de vida! E eu posso invocar mais uma vez meu Gale! Ativar efeito do Raikiri! Destruo seu campo e sua armadilha!
- Ele destrói duas cartas em campo?
- Errado! Ele destrói cartas pelo número de asa-negras que eu tiver no campo tirando ele mesmo, ativo efeito do Gale! Reduzo o ataque do seu monstro para 700! E uso meus monstro para uma invocação de sincronia! Venha a mim! Meu monstro mais forte! Aza-Negra! Chidori! A Chuva Fraca! Ele ganha ataque pelo número de asas-negras no meu cemitério vezes 300! Ele ganha 1200 pontos de ataque!
- E eu ativo duas Espadas Fantasma no Chidori! Ele ganha 800 de ataque para cada uma delas! – Anunciou Lucas.
- E isso deixa o Chidori com 5400 pontos de ataque! – Disseram os dois em uníssono. - Se você acha que acabou está muito enganado! Ativo a carta mágica! Raptor Wing Strike! Posso adicionar meu asa-Negra Gale à minha mão e pago pontos de vida iguais ao seu ataque. E eu o invoco ao campo! Assim posso reduzir novamente o ataque do seu monstro para a metade! - Sim, mas o ataque do Chidori cai em 300 pontos.
- Por enquanto! Eu invoco meu bora a lança e uso ele e meu Gale para uma invocação de sincronia! Venha a mim! Meu segundo Raikiri! Ativar efeito do Raikiri! Destruo o seu monstro!
-Espera, isso quer dizer que...
- Sim, Batalha! Chidori Ataque-o diretamente! * Muito Bem vocês me derrotaram, mas eu não entendi, por que você não simplesmente atacou duas vezes? Com seus raikiris?
- Isso mesmo, isso o deixa apenas com 1400 de ataque! E ainda uso meus monstros para uma invocação de sincronia! Venha a mim! Asa-negra Raikiri O Banho de Chuva! E eu ainda posso invocar meu segundo Gale da minha mão, e ativar o efeito do Zephyros, ele volta para o campo retornando meu Gale e pegando 400 pontos de vida! E eu posso invocar mais uma vez meu Gale! Ativar efeito do Raikiri! Destruo seu campo e sua armadilha!
- Ele destrói duas cartas em campo?
- Errado! Ele destrói cartas pelo número de asa-negras que eu tiver no campo tirando ele mesmo, ativo efeito do Gale! Reduzo o ataque do seu monstro para 700! E uso meus monstro para uma invocação de sincronia! Venha a mim! Meu monstro mais forte! Aza-Negra! Chidori! A Chuva Fraca! Ele ganha ataque pelo número de asas-negras no meu cemitério vezes 300! Ele ganha 1200 pontos de ataque!
- E eu ativo duas Espadas Fantasma no Chidori! Ele ganha 800 de ataque para cada uma delas! – Anunciou Lucas.
- E isso deixa o Chidori com 5400 pontos de ataque! – Disseram os dois em uníssono. - Se você acha que acabou está muito enganado! Ativo a carta mágica! Raptor Wing Strike! Posso adicionar meu asa-Negra Gale à minha mão e pago pontos de vida iguais ao seu ataque. E eu o invoco ao campo! Assim posso reduzir novamente o ataque do seu monstro para a metade! - Sim, mas o ataque do Chidori cai em 300 pontos.
- Por enquanto! Eu invoco meu bora a lança e uso ele e meu Gale para uma invocação de sincronia! Venha a mim! Meu segundo Raikiri! Ativar efeito do Raikiri! Destruo o seu monstro!
-Espera, isso quer dizer que...
- Sim, Batalha! Chidori Ataque-o diretamente! * Muito Bem vocês me derrotaram, mas eu não entendi, por que você não simplesmente atacou duas vezes? Com seus raikiris?
Jayden deu de ombros.
– Afeta mais a moral acabar com o jogo dando só um ataque.
- Muito bom, como prometido, vocês tem minha permissão para caçalo. Aqui estão suas permissões. Mas como vocês provavelmente já sabem, não vão sozinhos, conheçam a equipe de extermínio.
Entrou na sala um esquadrão de duelistas, Lucas reconheceu alguns, por exemplo, Phantom o duelista mascarado, como sempre exibia uma mácara metade branca e metade negra. Chimenez Mil Truques, sempre tinha uma artimanha para fazer e Osama o detonador, gostava de destruir os oponentes por completo. Perto daqueles caras, eles eram extremamente novatos. Foi então que ele percebeu duas figuras, o primeiro era Suco, ninguém sabia seu nome de verdade, ele ganhou esse nome por trucidar completamente seus inimigos, era o melhor duelista do reino de DB, e o segundo era um garoto em plena puberdade não devia ter mais de dezesseis anos.
Ao ver para onde Lucas estava olhando o rei disse:
- Meu filho. – Encheu-se de orgulho.
– Ele é um dos melhores duelistas do reino, derrota qualquer adulto que duele contra ele sem perder um único ponto de vida!
- PAI! – Disse o garoto obviamente com vergonha.
- Então? - Disse Suco. – Vamos chutar a bunda de um guerreiro de Yubel?
Todos concordaram , então eles saíram em sua busca. Sem saber no que acontecia atrás deles. Notas Finais: O que será que acontecerá com o grupo DBYaoi? Descubra amanhã!
– Afeta mais a moral acabar com o jogo dando só um ataque.
- Muito bom, como prometido, vocês tem minha permissão para caçalo. Aqui estão suas permissões. Mas como vocês provavelmente já sabem, não vão sozinhos, conheçam a equipe de extermínio.
Entrou na sala um esquadrão de duelistas, Lucas reconheceu alguns, por exemplo, Phantom o duelista mascarado, como sempre exibia uma mácara metade branca e metade negra. Chimenez Mil Truques, sempre tinha uma artimanha para fazer e Osama o detonador, gostava de destruir os oponentes por completo. Perto daqueles caras, eles eram extremamente novatos. Foi então que ele percebeu duas figuras, o primeiro era Suco, ninguém sabia seu nome de verdade, ele ganhou esse nome por trucidar completamente seus inimigos, era o melhor duelista do reino de DB, e o segundo era um garoto em plena puberdade não devia ter mais de dezesseis anos.
Ao ver para onde Lucas estava olhando o rei disse:
- Meu filho. – Encheu-se de orgulho.
– Ele é um dos melhores duelistas do reino, derrota qualquer adulto que duele contra ele sem perder um único ponto de vida!
- PAI! – Disse o garoto obviamente com vergonha.
- Então? - Disse Suco. – Vamos chutar a bunda de um guerreiro de Yubel?
Todos concordaram , então eles saíram em sua busca. Sem saber no que acontecia atrás deles. Notas Finais: O que será que acontecerá com o grupo DB
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Fanfic: A Ascensão de Yubel
Escrito por : DissFANFIC:
A Ascensão de Yubel
Por Paladino
Capítulo 1: O Aviso
Correr, isso era tudo o que Lucas podia fazer, suas pernas e braços doíam, e ele não
comia há dias, mas isso não importava, ele tinha que avisar os outros, Ele tinha despertado de
seu sono eterno, ou, bem, pelo visto não tão eterno assim.
Seu baralho estava acabando, ele precisava se esconder, o monstro oponente atacou,
ele não ia conseguir desviar dessa...
Preparou-se para a sua morte.
Mas, por algum milagre, ou talvez, por obra do destino, ele tropeçou, e caiu, assim se
esquivando, se levantou rapidamente, ele precisava aproveitar essa chance, alguns minutos
depois, quando seu oponente se preparou para outro ataque ele avistou, os portões da cidade.
Ao ver isso, seu atacante recuou, mas ele não parou de correr, foi até o portão da cidade, onde
foi recebido com um grito.
-Espere estranho, quem vem lá?
-É... talvez você não reconheça o melhor amigo de um traste..
- Lucas? – Jayden fez menção para abrirem o portão, no exato momento que o portão
abriu, a visão de Lucas começou a ficar turva, sentiu mãos o segurando, e, pouco depois, tudo
escureceu.
*
Acordou cinco horas depois, na casa de sue melhor amigo. Seu baralho, ou pelo
menos o quê sobrou dele ao seu lado, e, um familiar cheiro de carne no fogo.
Levantou-se, com dificuldade, e pegou seu deck, ao chegar à porta, Lucas ouviu
passos atrás de si, seu melhor amigo sabia que não podia impedi-lo, apenas disse:
- Você tem mesmo que ir? –Perguntou.
- Eu preciso avisa-los. – Respondeu Lucas.
- Mas o que aconteceu? – Perguntou Jayden.
- Venha comigo, assim poderá ouvir, e eu não precisarei repetir.
Jayden assentiu, e os dois se dirigiram ao palácio real.
**
Chegando lá, foram barrados no portão, quando os guardas viram os dois garotos
que se prostravam à porta.
- Alto! O que vocês querem aqui?
- Hoje é dia de audiências não? PRECISO ser avaliado!
– No reino onde viviam,
existia uma quantidade muito grande de pessoas satisfeitas, mas a cada satisfeita havia duas
insatisfeitas. E, por isso, uma vez por semana, havia uma seleção, cinco dos ministros, faziam
uma audiência, aos cem primeiros a chegar. Para averiguar quem iria receber uma audiência
com o rei.
- Hm... – disse o guara olhando para uma lista. – Vocês deram sorte vocês são os
números oitenta e seis e oitenta e sete.
- Na verdade. – Disse Jayden. – Só ele requer a audiência, eu sou só um ouvinte.
- Certo. – Disse o guarda, e fez sinal para que abrissem os portões.
***
- Número oitenta e seis. – anunciou o primeiro ministro.
- Sou eu. – Respondeu Lucas.
- Então, pode começar.
- O clã DE acordou o Guerreiro Yubel.
- O quê? Você tem certeza?
- Sim, eu vi... Mas eles me descobriram e eu tive que correr de volta para cá.
- Entendo... você pode falar com o rei.
- Qual o meu horário?
- Por deus se o que esta falando é verdade então seu horário é agora.
- Certo vossa excelência.
E dizendo isso correu em direção ao salão real.
O salão real por sua vez era o mais luxuoso aposento do reino, era lá que o rei
recebia embaixadores de todas as partes do reino, e grandes contratos foram assinados, como
por exemplo, o contrato de Alcaphone, que dizia que todos os produtos exportados vendidos do
reino vizinho deveriam receber uma taxa de 80 dobrões de cobre¹.
¹ - moeda local 100 dobrões de cobre valem 1 de prata, o que era muito, 100 de prata
valiam 1 de ouro.
A sala era adornada com ouro e cristais com uma abóboda que ostentava imagens em
vitral de diversas joias.
Mas Lucas não parou para prestar atenção em nenhuma dessas coisas. Ele
precisava dar aquela notícia ao rei.
- Quem é você? - Perguntou o rei.
- Vim a uma audiência. – Respondeu Lucas, depois de fazer uma profunda
reverencia.
- Eu não fui anunciado de nada. – Duvidou o rei levantando uma sobrancelha.
- Mandaram quem eu viesse imediatamente.
- E o que seria tão urgente? – debochou o rei.
- O acordar do cavaleiro de Yubel.
- ELE ACORDOU?
- Sim, eu vi.
- Então vou aprontar uma equipe de busca agora mesmo, se estiver brincando
comigo...
- Não estou, e eu gostaria de participar dessa equipe.
- Certo, talvez... – E ao dizer isso notou o baralho de Lucas. – O QUE HOUVE
COM SEU BARALHO?
- A isso? Perdi muitas cartas na fuga.
- Imperdoável. Não poderá lutar com um baralho desses. – Ao ouvir isso Lucas
olhou para baixo. - Eu também gostaria ir! - Disse Jayden que estava em silêncio até então.
- E você quem é? - Perguntou o rei.
- Eu sou...
- É meu melhor amigo, e um duelista merecedor.
- Sendo assim, meus guardas irão acompanha-los até o deposito, lá vocês devem
pegar apenas o necessário.
- Certo... – estranhou Jayden.
Os guardas guiaram os dois até um par de portas de carvalho, ao abri-las se
revelou o desejo de milhões de ladrões. Cartas, praticamente todas existentes.
- Nós podemos montar nossos decks aqui?
- Sim, mas nenhuma carta a mais. Se não... - E dizendo isso mostrou o próprio
deck.
- Vamos. - Disse Jayden.
- Sim.
****
Voltando ao salão, o rei estava vestindo armadura completa exceto capacete.
- Mas o que... – Disse Lucas.
- Vocês não querem caçar o cavaleiro de Yubel? Então primeiro me derrotem!
– E
dizendo isso, iniciou o duelo.
Notas Finais: Espero que gostem. Será que nossos heróis conseguirão derrotar o Rei, veremos no próximo capitulo.
*observação: se você é do clã DE me desculpe, sabendo que nossos clãs são parceiros decidi incorpora-los na história, e esse foi o melhor jeito que encontrei. 2
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